A Tróia parintinense

A história nós conta inúmeras disputas pelo poder, glória e expansão territorial,  guerras foram travadas em nome destes desejos sobrepostos à pseudos princípios, valores e razões díspares.

Mas, nenhuma é tão famosa quanto a da Grécia travada contra a cidade de Tróia e seus lendários personagens: Menelau, Helena, Páris, Heitor e Aquiles.

Parintins nos últimos dias transformou-se em uma nova Tróia. Vejamos.

Bi Garcia, “Helena”, traiu Menelau (Omar Aziz) com Páris (Amazonino). Menelau irá à guerra com os troianos para lavar sua honra de marido traído.

Antes, gregos e troianos empunharam suas espadas, liderados por Aquiles e Heitor (dois grandes guerreiros), respectivamente. Vencidos em um primeiro momento, os gregos prepararam uma armadilha para os troianos, envaidecidos pela repentina vitória, presenteado-lhes com um grande cavalo de madeira.

Como se diz na ilha: “Houve festa ao luar…”, mal sabiam os troianos que sua queda estava no presente dos gregos. Assim pode ser chamado o apoio de Bi Garcia à Dodó Carvalho e mais cinco ou seis candidatos a deputado federal. Aliás, Dodó nesta terça-feira, 21, fez às vezes de Heitor e desferiu um golpe certeiro com a “Espada de Tróia”, a “Lâmina de Apolo”. Segue o barco!

Diferentemente dos troianos da antiguidade, os troianos parintinenses desconfiaram da armadilha e quebraram o cavalo de madeira e enviaram um recado aos “helênicos”: Páris não é nosso rei, não ligamos a mínima para Helena: queremos mesmo é a Grécia!

Numa outra alusão, o prefeito de Parintins pode ser comparado ao guerreiro Aquiles, que era tido como um semideus, mas mesmo um semideus possuía um ponto fraco: o seu calcanhar. O Aquiles, da antiguidade, entrou na guerra por amor e vingança ao seu primo-cônjuge morto por Heitor, morreu em batalha e não viu Tróia cair. Resta saber, a ver também, qual será o destino de Aquiles dos dias atuais, uma vez que o arco e a flecha já estão apontados para o seu calcanhar!