Clima tenso no Garantido: Adelson e Telo trocam farpas e acusações

Parintins/AM

O clima na Baixa do São José ficou tenso na manhã desta sexta-feira (08), entre o atual presidente do Boi Garantido Adelson Albuquerque e o ex-presidente e  vereador de Parintins Telo Pinto.

Usando a tribuna da Câmara Municipal, o vereador falou da eleição do Boi Garantido e acusou, em tom de denúncia, que a atual diretoria do Bumbá mente para artistas e fornecedores quando, supostamente, diz que os pagará mediante ao recebimento dos recursos pendentes do município e do governo federal quando cobrada pelos pagamentos em atraso.

De acordo com o ex-presidente, não há recursos pendentes por parte da prefeitura e do Governo Federal conforme suas averiguações (aqui). Haveria uma promessa de recuros vinda de Brasília e faz um pedido para que a atual diretoria pare de mentir e segue chamando-a de incompetente.

Adelson rebateu as críticas e falas do ex-presidente nos microfones da Rádio Tiradentes de Parintins. Segundo o presidente do Boi Garantido, Telo não pode falar em incompetência que incompetência é ter contas reprovadas pelo Conselho Fiscal e Assembleia Geral; incompetência é não ter nenhuma conta (convênio) aprovada na SEC (Secretaria de Estado de Cultura do Amazonas) e no TCE (Tribunal de Contas do Estado do Amazonas).

De acordo com Adelson, o Boi Garantindo recebe até hoje notificações do TCE referentes à gestão de Telo Pinto e que as repassam sem haver manifestação do mesmo naquele tribunal fiscalizador em sua defesa. E ao dizer que é mentira sobre os recursos está chamando, também, o prefeito Bi Garcia e o senador Omar Aziz de mentirosos já que em diversas oportunidades mencionaram tais recursos pendentes e amplamente notícias pelas mídias locais (sites, rádios e programas de televisão).

Prossegue revelando que a auditoria realizada em seu primeiro ano de mandato revelou uma dívida deixada pelo vereador de mais de R$ 12 milhões e que só em seu último ano de mandato, em 2014, foram sacados na boca do caixa, em espécie, o montante de mais R$ 2 milhões há dez dias do festival e questiona a sua finalidade já que artistas, trabalhadores, compositores e itens fornecedores ficaram por receber. Lembrou o dirigente que naquele mesmo ano tentarem atear fogo na casa de Telo em protesto dos Kaçauerês.

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